Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Entrepalavras, revista vinculada ao Departamento de Letras Vernáculas da Universidade Federal do Ceará, é um periódico acadêmico-científico dedicado a divulgar trabalhos originais e inéditos de interesse da Linguística, de caráter teórico ou aplicado, produzidos por graduandos, graduados e pós-graduados de universidades nacionais ou estrangeiras.

Entrepalavras não cobra taxa de processamento de artigos (submissão e avaliação).

Alinhada aos princípio da ciência aberta, Entrepalavras permite livre acesso a todo o conteúdo das edições aos leitores.

No espírito de colaboração que rege a comunidade acadêmica nas universidades públicas, a revista convida, eventualmente, os autores de artigos publicados a avaliarem manuscritos submetidos à revista, como pareceristas ad hoc.

De periodicidade quadrimestral a partir de 2023, a revista passou a abrir chamadas específicas para os três números anuais, cada número dedicado a um tema relativo a uma das linhas da revista: Teoria e Análise Linguística, Práticas Discursivas e Linguística Aplicada, com uma seção vária que acata trabalhos na linha da revista em que se insere o tema. Assim, se, por exemplo, o tema do dossiê de um número for relativo à linha de Práticas Discursivas, a seção vária acatará trabalhos cujos temas, ainda que não atendam ao dossiê, encaixam-se na linha de Práticas Discursivas.

  • Número 1: chamadas vão até outubro de dado ano e a edição é publicada até abril do ano seguinte. 
  • Número 2: chamadas até fevereiro de dado ano e a edição é publicada até agosto do mesmo ano;
  • Número 3: chamadas até junho de dado ano e a edição é publicada até dezembro do mesmo ano.

Além dos três números regulares, Entrepalavras publica eventualmente números especiais, conforme demada interna ou externa, totalizando, no máximo, dois por ano. Interessados em propor número especial devem enviar proposta, por meio de formulário específico, até junho do ano anterior à previsão de publicação. 

Podem ser submetidos para publicação trabalhos originais inéditos que se enquadrem na política editorial da revista e se classifiquem nos gêneros:

  • artigos originais (apresentação de resultados de pesquisas inéditas);
  • resenhas (livros publicados no Brasil, em 1ª edição, há, no máximo, 2 anos, e no exterior, há 3 anos);
  • traduções (artigos ou ensaios que representem contribuição à Linguística, acompanhados de autorização do autor/periódico original)

Os manuscritos deferidos na submissão (análise de desk review) são avaliados por membros do Conselho Consultivo e eventualmente por consultores ad hoc no sistema de avaliação por pares cega (double blind review), em que são preservadas as identidades dos autores e dos pareceristas. Os trabalhos aprovados são revistos por uma equipe de revisores para ajustes formais e publicados na modalidade publicação contínua (atemáticos) ou inicialmente na modalidade ahead of print (número temático) antes de serem paginados e reunidos na edição eletrônica no website, para a qual é permitido livre acesso.

 

Políticas de Seção

2021.3: Linguagem e Tecnologia

Ementa: A evolução acelerada das tecnologias afeta sobremaneira nossas práticas sociais e transforma as maneiras como usamos, ensinamos e aprendemos línguas. A democratização de acesso à informação e a facilitação da autoria desestabilizam papéis sociais outrora ancorados na estabilidade, pondo em xeque o que é ser um professor, um aprendiz ou mesmo um usuário da língua. Considerando esse contexto em que as práticas discursivas se ambientam nos múltiplos espaços digitais, a revista Entrepalavras anuncia a chamada para publicação de seu número temático sobre Linguagem e Tecnologia, que pretende publicar artigos inéditos que, de alguma forma, contemplem problemas contemporâneos de linguagem e suas interrelações com espaços, culturas e tecnologias digitais. 

Assim, para este dossiê são especialmente bem-vindos artigos originais, que sejam frutos de pesquisa com dados e que abordem as seguintes temáticas:

  • Cultura Digital;
  • Desinformação e Fake News;
  • Discurso de ódio;
  • Ensino remoto;
  • Ensino e Aprendizagem de Línguas; 
  • Formação de Professores de Línguas;
  • Humanidades Digitais; 
  • Linguagens e Gêneros Digitais; 
  • Práticas Discursivas Digitais; 
  • Software Livre e Recursos Educacionais Abertos;
  • Tecnologias Assistivas.
Cronograma:
Submissões: até 31 de janeiro de 2021
Publicação: agosto de 2021

Editores
  • Andressa Almeida
  • Júlio Araújo
  • Camila Cardoso Sousa
  • Ronaldo Gomes Júnior
  • Maria Claudete Lima
  • Rodrigo Lopes
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

2022.3: Multimodalidade em práticas sociais

Ementa

É consensual afirmar que o uso de multissemioses, seguindo descrições teóricas diversas (KRESS e van LEEUWEN, 2006; ELIAS, 2016; CARVALHO, 2020; MACAGNO e PINTO, 2021), em diversas atividades humanas, tem vindo a ocupar um lugar cada vez mais profícuo tanto nas diversas pesquisas relacionadas à temática, quanto nas várias práticas profissionais e sociais em que estas se inserem. Inclusive, este pode ainda vir a ser complexificado frente aos novos desafios impostos pelas novas tecnologias digitais e às diferentes formas de interagir. E é em todo esse contexto que os aspectos textuais-discursivos podem vir a materializá-lo, assumindo grande relevância. Dessa forma, considerando a relevância desse tema nos atuais estudos das Ciências da Linguagem, a revista Entrepalavras vem convidar pesquisadores, estudiosos e docentes a aportar contribuições inéditas nas diversas áreas dos estudos da linguagem, bem como na confluência com outras áreas do conhecimento, para a publicação de seu número temático Multimodalidade em Práticas Sociais. Este objetiva divulgar artigos e pesquisas que se concentrem nos vários estudos textual-discursivos que versem sobre a multimodalidade em suas diversas manifestações sociais.

Cronograma

Submissões: 1 de maio a 15 de julho de 2022.
Publicação: até dezembro de 2022. 

Editores
  • Isabel Lima
  • Rosalice Pinto
  • Paulo Segundo
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

2023.1: Dossiê: Articulação de orações

Tema: Articulação de orações: uma homenagem à Beatriz Decat

Editores convidados:

Profa. Dra. Violeta Virgínia Rodrigues (UFRJ)

Prof. Dr. Edvaldo Balduíno Bispo (UFRN)

Prof. Dr. Sávio André de Souza Cavalcante (IFCE/UECE)

Ementa: os processos de articulação oracional têm sido descritos e analisados com base em distintas vertentes teóricas. Por meio de tais análises, os tradicionais processos de coordenação e subordinação já foram e continuam sendo investigados, seja discutindo a organização hierárquica, seja propondo novos processos, seja analisando as funções textual-discursivas das orações e/ou suas motivações cognitivas e comunicativas, só para citar alguns aspectos. Entre esses trabalhos, é evidente a relevância das pesquisas produzidas e orientadas pela professora Beatriz Decat (UFMG), que, por sua contribuição aos estudos em articulação oracional, inclusive com a proposição do termo desgarramento e sua elaboração, é referência na área. Assim sendo, esta edição propõe a reunião de textos cujas pesquisas tenham como foco a maneira como as orações se articulam, em diferentes perspectivas (funcional, sociolinguística, discursiva, formal), inclusive aquelas que proponham aplicação dos processos ao ensino de Língua Portuguesa. Como forma de reconhecer a contribuição da professora Beatriz Decat e homenageá-la com a confecção deste volume, sugerimos que os trabalhos, de alguma forma, estabeleçam pontes com a sua produção acadêmica.

Submissões: até 30/11/2022 (prorrogado)

Previsão de publicação: abril/2023

Editores
  • Edvaldo Bispo
  • Sávio Cavalcante
  • Violeta Rodrigues
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

2023.2: Das análises de gêneros textuais/discursivos às propostas didáticas

DOSSIÊ EDIÇÃO 30

Ementa: As análises de gêneros textuais/discursvios têm colaborado para as pesquisas em linguística aplicada tanto em relação às reflexões e avanços teórico-metodológicos de análises como em relação a avanços em propostas didáticas e formativas.

Dessa forma, este volume se propõe a reunir artigos em relação ao gênero textual/discursivo enquanto objeto de análise, assim como enquanto ferramenta didático-pedagógica de ensino, evidenciando a relação entre ambas.

Assim, a revista Entrepalavras (EP) está aberta à recepção de artigos originais e resenhas a partir de diversas perspectivas teórico-metodológicas que devem se centrar nas seguintes questões:
(i) Quais contribuições a pesquisa apresenta para o avanço teórico-metodológico das teorias e análises de gêneros (refinamento e  ampliação de conceitos ou de categorias de análise) ?

(ii) Quais são alguns aprimoramentos das metodologias de análise apresentadas?

(iii) Quais gêneros carecem de maior investigação e análise? De que modo a pesquisa contribui para as investigações deles?

(iv) Quais contribuições para o ensino de gêneros textuais/discursivos na educação básica e superior as análises possibilitaram?

Serão priorizados artigos que contenham bibliografia atualizada e que façam uma revisão crítica de tal bibliografia.

Submissões prorrogadas: até 12/05/2023

Previsão de publicação: agosto/2023

Editores:

Prof. Dr. Francisco Alves Filho (UFPI),

Profa. Dra.  Daniervelin Marques Pereira (UFMG),

Profa. Dra. Lilian Tardelli (UNESP)
 
Editor Assistente: Me. Dawton Valentim (UECE)

Editores
  • Francisco Alves Filho
  • Daniervelin Pereira
  • Lilia Tardelli
  • Dawton Valentim
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

2023.3: Análise discursivo-textual de canções

DOSSIÊ EDIÇÃO 31

Editores convidados

Prof. Dr. Nelson Barros da Costa (UFC)

Prof. Dr. Lucas Shimoda (USP)

Profa. Dra. Maria das Dores Nogueira Mendes (UFC)

Ementa: Nos dias de hoje, é impossível negar o papel fundamental da canção na formação estética do indivíduo, na constituição da paisagem artístico-cultural de uma determinada época ou agrupamento social e mesmo na produção de subjetividades e de comportamentos capazes de intervir na conjuntura sócio-política da coletividade. Da canção experimentalista ao repertório folclórico, dos cantos de trabalho às cantigas de ninar, da canção de protesto ao jingle publicitário: o manancial de textos cancionais só não é mais vasto do que as lacunas nos estudos científicos a seu respeito. Ao menos em comparação com seus congêneres mais bem estabelecidos, nomeadamente a literatura em verso e a música instrumental, o estado de arte dos estudos sobre a canção se encontra ainda bastante aquém do que deveria e poderia estar.

Quando entendida como palavra cantada, a canção sincretiza, por meio da voz, linguagem verbal e melodia para criar um novo objeto discursivo autônomo, que não pode ser descrito adequadamente por uma mera transposição de ferramentas analíticas da teoria literária ou da musicologia. Assim sendo, uma visada discursiva sobre a canção se mostra apropriada para abordar as singularidades desse objeto e os mecanismos de significação por ele mobilizados.

Tais mecanismos derivam não apenas dos elos entre letra e melodia estabelecidos no enunciado cancional propriamente dito, mas também das tramas intertextuais e interdiscursivas tecidas entre canções, compositores, intérpretes e gêneros. Na linguagem da canção, esse caráter dialógico se manifesta tanto nas escolhas temáticas, lexicais e estilísticas do componente verbal quanto nas escolhas de padrões vocais, rítmicos, melódicos, harmônicos e timbrísticos do componente musical.

Para além da descrição analítica da linguagem da canção como estrutura autônoma e como sistema gerador de sentidos, os estudos do discurso conseguem explicitar os vínculos entre canção e sociedade, história, cultura e identidade (individual e coletiva) com critérios teórico-metodológicos claros e verificáveis que transcendem a mera coleção de anedotário biográfico que muitas vezes caracteriza as reflexões não científicas sobre a canção.

Nesse contexto, o presente dossiê da Revista Entrepalavras assume o desafio de reduzir a lacuna de estudos discursivos da canção. Recebendo e coligindo artigos teóricos e analíticos sobre o tema, pretende-se congregar contribuições atualizadas provindas das mais diversas orientações teóricas que constituem o amplo campo dos estudos discursivos.

Submissão: até 17/07/2023
Previsão de publicação: dez/2023

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Discursive-textual analysis of songs

Guest editors

Dr. Nelson Barros da Costa (UFC)

Dr. Lucas Shimoda (USP)
Dr. Maria das Dores Nogueira Mendes (UFC)

 

Popular songs play undeniably a crucial role in human aesthetic formation, in the constitution of the artistic-cultural scene of social groups and epochs and even in the production of subjectivity and behaviors that can transform the social and political conjuncture. Songs are hereby understood as a discourse object which comprise a wide range of cultural manifestations, going from experimental compositions to folklore, from traditional work songs to lullabies, from protest songs to jingles.

This field covers a diversified spectrum of meaning effects and signification processes. Nonetheless, scientific knowledge about the discourse aspects of such processes still lags behind. In comparison to poetry and music, the state of the art of pop songs studies falls short. Understood as a blend of words and singing voice, songs merge through voice both language and melody in order to create a discourse object that cannot be adequately described by the analytical tools neither from literary studies nor from musicology. Therefore, a discourse approach on songs is necessary to address the uniqueness of this object and its signification processes.

Such meaning effects derive not only from the interaction of lyrics and melody, but also from intertextual and interdiscoursive links established between songs, composers, performers and genres. In the song language, this dialogic character is shown not only in the choices of subjects, lexis and style on the linguistic level but also in the choices of vocal, rhythmic, melodic, harmonic, and timbral patterns on the musical level.

Discourse studies manage to describe meaning effects generated by songs both as an autonomous structure and as a signification system. Moreover, this theoretical framework makes possible to disclose the relationships between song, society, history, culture and identity, individual and collective as well without relying on the mere enumeration of biographical facts.

This issue of Entrepalavras seeks to bridge the gap of discourse studies on pop songs. The journal accepts theoretical and analytical papers on the subject, aiming thereby to bring together up-to-date contributions on the field.

Deadline: July, 10, 2023
Publication: Dec./2023 

Editores
  • Nelson Barros da Costa
  • Maria das Dores Mendes
  • Lucas Shimoda
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

Entrepalavras: Revista de Linguística do Departamento de Letras Vernáculas - UFC aceita trabalhos inéditos produzidos por graduandos, graduados e pós-graduados, na forma de artigos originais, resenhas e traduções de interesse da área de Linguística, de caráter teórico ou aplicado, em subáreas como Teoria e Análise Linguística, Linguística Aplicada, Linguística Histórica, Sociolinguística e Dialetologia, Linguística Textual, Análise do Discurso, Semiótica Discursiva, Psicolinguística, Aquisição da Linguagem, Linguística Cognitiva, Lexicografia e Lexicologia, Semântica, Pragmática.

Este periódico adota as práticas de boa conduta em pesquisa científica anunciadas pelo CNPq em suas diretrizes, e internacionalmente pelo Committee on Publication Ethics (COPE)

Para tanto, os trabalhos são analisados quanto ao ineditismo por meio de software antiplágio e por análise manual, em dois momentos: antes da avaliação de mérito e logo antes da publicação. 

Não será admitido plágio, ainda que parcial. Quanto ao autoplágio, a revista admite repetições de até 20% de conteúdo teórico de outros artigos de mesma autoria (não será admitida repetição de objetivos, resultados e conclusões, ainda que respeite o limite percentual); recortes de monografias de conclusão de curso, dissertações e teses do mesmo autor, devidamente adaptados ao gênero artigo. Serão aceitos ainda trabalhos apresentados em eventos, desde que não tenham sido publicados na íntegra em Anais e seja mencionada a apresentação prévia.

Os trabalhos que não atenderem ao requisito de ineditismo serão recusados em qualquer das fases. Para saber mais sobre essa questão, leia a Cartilha do Plágio Acadêmico da UFF.

Os trabalhos serão avaliados, anonimamente, por, pelo menos, dois membros do Conselho Consultivo ou consultores ad hoc, que poderão sugerir ao autor modificações. Em casos de extrema discrepância entre os dois pareceres, será solicitada uma terceira opinião. Depois da análise, os pareceres serão encaminhados aos autores juntamente com instruções para modificações, quando for o caso.

Os pareceres auxiliam a decisão editorial, todavia, esta compete aos editores, que, guiados pela política editoral e pela observância do Código de Ética e Boas Práticas, são responsáveis por decidir quais dos artigos submetidos à revista devem ser publicados.

A decisão editorial assumirá uma das quatro formas:

1) Aceitação integral: o manuscrito passará para a fase de edição e o autor será notificado.

2) Aceitação condicional: o autor deverá atender às mudanças sugeridas e ao prazo concedido para envio da segunda versão (em geral de uma a duas semanas). O manuscrito continuará ativo no sistema da EP.

3) Ressubmissão: o autor terá um prazo maior para fazer as alterações e ressubmeter o trabalho, que será novamente avaliado pelos mesmos e/ou por outros avaliadores da primeira rodada. O manuscrito continuará ativo no sistema da EP e não deverá submetido a outro periódico, a não ser que o autor solicite a retirada da submissão.

4) Rejeição: o autor receberá os pareceres com a justificativa do motivo de o trabalho não ter sido aceito para publicação na EP e ficará livre para ressubmeter o trabalho a este ou a outro periódico, atendendo às mudanças sugeridas. O manuscrito ficará arquivado no sistema da EP.

Os textos aprovados serão encaminhados para publicação, desde que as modificações sugeridas, se houver, sejam atendidas pelo autor e que os prazos para envio sejam respeitados. Os trabalhos serão publicados integralmente em formato PDF e ficarão disponíveis para acesso e cópia grátis neste site.

Aqueles que não se enquadrarem nas normas da revista serão arquivados.

Os dados e conceitos emitidos, bem como a exatidão das referências são de inteira responsabilidade do(s) autor(es). Ficam concedidos à revista os direitos autorais referentes aos trabalhos publicados com base na licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 3.0, Os autores são livres para publicar e distribuir o trabalho online em outros repositórios ou página pessoal, desde que indiquem a revista como publicação inicial.  

ETAPAS EDITORIAIS

1. Desk review 

Após a submissão, os trabalhos são avaliados pelos editores que observam se o manuscrito atende à política editorial da revista, ao escopo e foco, ao gênero pretendido, ao grau de profundidade esperado para uma publicação científica, ao nível de linguagem apropriado a um trabalho científico, à originalidade.  Os trabalhos indeferidos nessa fase serão arquivados e os autores notificados. Período médio para resposta, em caso de indeferimento: 15 dias.

2. Análise de ineditismo I

Após a submissão, os trabalhos também são avaliados quanto ao ineditismo, primeiramente por análise automática, em seguida, por conferência manual. Os trabalhos indeferidos nessa fase serão arquivados e os autores notificados. A prática de plágio ocasiona rejeição do artigo em qualquer de suas fases, antes ou após publicação. Essa prática pode levar ao bloqueio de nova submissão por quatro anos.

3. Double-blind peer review

Os trabalhos deferidos nas duas fases anteriores seguirão para análise por, pelo menos, dois avaliadores especialistas, que não terão acesso aos metadados dos autores nem estes terão acesso aos nomes dos avaliadores (avaliação duplamente cega). A análise avaliará a contribuição do trabalho para a área da Linguística que justifique sua publicação e considera, resumidamente: 

3.1 Se o título é c

3.2 Se o resumo i

3.3 Se as palavras-chave c

3.4 Se a introdução i

3.5 Se no referencial teórico, oarato teórico está bem relacionado aos objetivos da pesquisa, se o

3.6 Se o 

3.7 Se a

3.8 Se a conclusão a

3.9 Se a

3.10 Se a linguagem o

4. Notificação aos autores

Os autores serão notificados por e-mail, via sistema, sobre o resultado da avaliação (cabe aos autores, acompanharem o processo de avaliação e edição no sistema). O tempo médio para esta resposta são quatro meses, podendo ser maior ou menor conforme uma série de fatores que independem da equipe executiva: necessidade de terceiro ou quarto avaliador, demora na entrega dos pareceres, alto volume editorial etc.

EP não se responsabiliza por mensagens não entregues por problemas técnicos, filtros de spam dos provedores, endereços de e-mail desatualizados etc.). Quando recusado, o trabalho é arquivado. Quando aceito com modificações, é dado um prazo ao autor (em média, 7 a 10 dias), para entrega da segunda versão.

Para saber a edição para a qual o manuscrito foi aprovado, basta acessar a aba: fluxo editorial.

5. Edição de texto

A segunda versão é avaliada quanto ao atendimento às recomendações dos pareceristas e editores. Se o autor não atendeu às recomendações, o trabalho é arquivado e o autor notificado. Se foram feitas todas as modificações ou a maioria delas, o trabalho segue para a edição de texto. No segundo caso, antes de ser editado, o texto volta para o autor proceder à alteração recomendada e não realizada. A edição de texto tem três etapas. Na primeira, o editor de texto revisa o texto quanto à norma gramatical e ortográfica e quanto à ABNT. O texto é devolvido ao autor para avaliar as alterações marcadas no texto e responder a eventuais comentários do editor de texto. Na segunda etapa, o autor avalia a edição de texto, atende a eventuais solicitações feitas em comentários nas margens do próprio arquivo (ajustes textuais, inclusão de elementos obrigatórios conforme a ABNT em citações ou referências etc.) e reenvia o arquivo via sistema. O autor tem 7 dias para concluir esta etapa. Na terceira, o editor de texto recebe o arquivo avaliado pelo autor, confere, retira as marcas de edição e envia para a diagramação.

6. Análise de ineditismo II

A segunda versão do autor é avaliada novamente quanto ao ineditismo. Caso o manuscrito tenha sido publicado em outro periódico ou livro, o trabalho será arquivado e o autor notificado. A falta de ineditismo pode levar à rejeição do artigo em qualquer de suas fases, até mesmo após publicação.

7. Diagramação

Os trabalhos são diagramados para posterior publicação. É constituída de duas etapas. Na primeira, o diagramador faz a diagramação do trabalho e gera a versão PDF. Na segunda, os autores devem fazer a leitura de provas no PDF. Esta consiste em corrigir eventuais erros de ortografia, gramática e formatação. Os autores têm 7 dias para concluir esta fase pré-publicação.

Atrasos nesta etapa podem levar o artigo a ser programado para a próxima edição ou a ser arquivado.

8. Publicação ahead of print

Os trabalhos diagramados são publicados separadamente na versão ahead do número temático, conforme o processo de edição for sendo concluso. Os artigos estarão ainda sem numeração de página e o número DOI ainda não estará ativo. Esse tipo de publicação pode ocorrer em números especiais.

9. Publicação contínua

Os trabalhos diagramados são publicados isolada e continuamente, em sua versão definitiva e com número DOI, até que se atinja o número máximo de artigos por edição (15) ou a data de fechamento do número (último mês do quadrimestre), o que acontecer primeiro.

10. Publicação da edição

Os trabalhos publicados em ahead of print são reunidos em um número completo, com numeração de página e número DOI, depositado na CrossRef.

Os números publicados na modalidade contínua recebem capa e páginas pré-textuais ao final do período ou quando atingirem o máximo de artigos publicados.

 

 

Periodicidade

Entrepalavras recebe trabalhos para chamadas temáticas e para a seção vária (trabalhos que se encaixam na linha do dossiê temático), publicando-os na modalidade contínua (publicação dos trabalhos aprovados, revisados e diagramados, antes da composição final de uma edição) em três números anuais, assim distribuídos:

Quadrimestre 1: janeiro a abril - número 1 - edição temática

  • Submissões: junho a outubro
  • Publicação do número 1: até 30 de abril

Quadrimestre 2: maio a agosto - número 2 - edição temática

  • Submissões: outubro a fevereiro
  • Publicação do número 2: até 30 de agosto

Quadrimestre 3: setembro a dezembro - número 3 - edição temática

  • Submissões: fevereiro a junho
  • Publicação do número 3: até 31 de dezembro

Os números temáticos regulares se distribuem igualmente entre as três linhas da revista: Teoria e Análise Linguística (TL); Práticas Discursivas (PD) e Linguística Aplicada (LA), de modo a haver, anualmente, um número dedicado a cada linha. Em cada número temático, haverá uma seção vária que aceitará trabalhos que se encaixem na mesma linha do tema específico do número.

A revista reserva-se o direito de organizar edições especiais entre a publicação das três edições anuais, com chamadas específicas.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo nem cobra taxas de processamento de artigos.

 

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

Entrepalavras participa da Rede Cariniana, Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital, do IBICT, que preserva o acervo digital dos arquivos.

 

Qualis

Entrepalavras foi classificada na avaliação da Capes (2013-2016) como B1.

Quanto à avaliação de 2017-2020, considerando os dados expostos a seguir, aguardamos análise da Comissão da Capes.

Segundo o Relatório da Avaliação da área (p.4-7), a área optou pelos índices fornecidos pelo Google Scholar (h5),  e, em caso de ausência de dados nesta plataforma, pelo aplicativo Publish or Perish.

Entrepalavras mantém perfil no Google Scholar, no qual apresenta índice h5= 8. Nas métricas de citações do Google Scholar, o h5 da revista Entrepalavras é igual a 6, e a mediana h5 é igual a 9. Já no Publish or Perish, no recorte temporal 2017-2020, Entrepalavras apresenta índice h=7.

São índices variados, iguais ou maiores a de várias outras revistas da área, avaliadas como A no mesmo período.

A Comissão considerou ainda alguns critérios de ajustes que podiam implicar subida ou descida de até dois níveis (na avaliação de 2019, não publicada oficialmente, Entrepalavras figurava como A4).

Entrepalavras não se encaixa em nenhum dos critérios de descida de nível, e atende a mais de um critério de subida de nível, segundo o relatório:

  • Periódicos indexados na Plataforma Scielo e/ou com Citescore (Scopus) ou JIF/JCR (Web of Science): subir 2 níveis: Entrepalavras foi aceita na base Emerging Sources Citation Index, em 2018, passando a figurar no JCR a partir de 2020;
  • Periódicos com publicação em mais de uma língua em apenas parte do período: subir 1 nível: Entrepalavras apresentou em algumas edições do período 2017-2020 artigos em língua estrangeira (inglês e espanhol), totalizando 9% do total;
  • Periódico com o identificador DOI (Digital Object Identifier): subir 1 nível: a revista Entrepalavras emite DOI, via ABEC/CrossRef, em cada artigo publicado (os números DOI são apresentados nos arquivos PDF dos artigos, disponíveis online na página da revista) em todo o período (2017-2020).

 

 

 

Indexadores e bases

         

                  

 

            

               

 

    

         

 

 

Pareceristas ad hoc

Apesar de o Conselho Consultivo da Entrepalavras ser renovado constantemente, recorre-se, vez ou outra, à colaboração valiosa de pareceristas ad hoc, para atender à especificidade do tema ou suprir carência quando a demanda é muito alta para a equipe.

Os pareceristas ad hoc que atuaram na EP estão listados a seguir por ano de atuação. A lista completa de todos os avaliadores por edição consta do expediente de cada número publicado. Já a lista dos conselheiros que atuam regularmente pode ser consultada aqui: Equipe Editorial.

Os editores da EP são extremamente gratos a todos os que doaram seu tempo à avaliação de manuscritos, retribuindo, de certo modo, o tempo de outros colegas anônimos que avaliam seus trabalhos quando estão no papel de autores.

2012

  • Júlio César Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Maria Erotildes Moreira e Silva (Secretaria de Educação do Ceará)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Lilian Coutinho Yacovenco (Universidade Federal do Espírito Santo)

2013

  • Ana Paula Tribesse (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul)
  • Emília Maria Peixoto Farias (Universidade Federal do Ceará)
  • Gesualda de Lourdes dos Santos Rasia (Universidade Federal do Paraná)
  • João Batista Costa Gonçalves (Universidade Estadual do Ceará)
  • Juliam William Curvelo Barbosa (Universidade de São Paulo)
  • Júlio César Rosa de Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Marcia Zamariano (Universidade Estadual de Londrina)
  • Markus Johannes Weininger (Universidade Federal de Sana Catarina)
  • Maurício Moreira Cardoso (Universidade Estadual do Ceará)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Mônica Magalhães Cavalcante (Universidade Federal do Ceará)
  • Orlando Luiz de Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro (Universidade Federal do Ceará)
  • Shirlei Freitas de Melo (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Valdinar Custódio Filho (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

2014

  • Elisângela Nogueira Teixeira (Universidade Federal do Ceará)
  • Júlio César Rosa de Araújo* (Universidade Federal do Ceará)
  • Margarete Fernandes de Sousa (Universidade Federal do Ceará)
  • Marieta Prata de Lima Dias(Universidade Federal do Mato Grosso)
  • Maurício Moreira Cardoso (Universidade Estadual do Ceará)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro (Universidade Federal do Ceará)
  • Yvanowik Dantas Valério (Universidade Federal do Ceará)

2015

  • Brigitte Monique Hervot (Universidade Estadual de São Paulo)
  • Elisângela Nogueira Teixeira (Universidade Federal do Ceará)
  • Izabel Larissa Lucena Silva (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • José Leite de Oliveira Júnior (Universidade Federal do Ceará)
  • Júlio César Rosa de Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro (Universidade Federal do Ceará)
  • Valdinar Custódio Filho (Universidade Federal do Ceará)

2016

  • Dannytza Serra Gomes  (Universidade Federal do Ceará)
  • Izabel Larissa Lucena Silva ((Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Márcia Zamariano (Universidade Estadual de Londrina)
  • Maria das Dores Nogueira Mendes (Universidade Federal do Ceará)
  • Maria Izabel Magalhães (Universidade Federal do Ceará)
  • Marieta Prata de Lima Dias (Universidade Federal do Mato Grosso)
  • Mariza Angélica Paiva Brito ((Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Marli H. Pereira (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
  • Maurício Moreira Cardoso (Universidade Estadual do Ceará)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Patrícia Araújo Vieira (Universidade Federal do Ceará)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro (Universidade Federal do Ceará)
  • Rachel Louise Sutton Spence (Universidade Federal de Santa Catarina)
  • Sonia Maria de Oliveira Pimenta (Universidade Federal de Minas Gerais)
  • Valdinar Custódio Filho (Universidade Estadual do Ceará)
  • Yuki Mukai (Universidade de Brasília)

2017

  • Alena Ciullia (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • Alexandro Teixeira Gomes (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)
  • Ana Cristina Cunha da Silva (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Cícero Anastácio Araújo de Miranda (Universidade Federal do Ceará)
  • Daniele Blos Bolzan (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • Dannytza Serra Gomes (Universidade Federal do Ceará)
  • Emanuela Monteiro Gondim (Universidade Federal do Ceará)
  • Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin (Universidade Federal do Ceará)
  • Evandro de Melo Catelão (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
  • Fabrício Paiva Mota (Universidade Federal de Roraima)
  • Fernando Zolin Vesz (Universidade Federal de Mato Grosso)
  • Francisca Tarciclê Pontes Rodrigues (Instituto Federal do Ceará)
  • Francisco Vítor Macedo Pereira (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Franklin Oliveira Silva (Universidade Estadual do Piauí)
  • Heloísa Pedroso de Moraes Feltes (Universidade de Caxias do Sul)
  • Ilson Rodrigues da Silva Júnior (Universidade Federal de Santa Catarina)
  • José Leite de Oliveira Júnior (Universidade Federal do Ceará)
  • José Olavo da Silva Garantizado Jr. ((Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Juliana Monteiro Gondim (Universidade Estadual do Ceará/Universidade de São Paulo)
  • Kélvya Freitas Abreu (Instituto Federal do Sertão Pernambucano)
  • Keyla Maria Frotas Lemos (Universidade Estadual do Rio Grande do Norte)
  • Leonardo Lennertz Marcotulio (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
  • Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos (Universidade Estadual do Ceará)
  • Maria Coeli Saraiva Rodrigues (Faculdade Integrada Grande Fortaleza)
  • Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira (Universidade Federal de Goiás)
  • Maria da Conceição Ferrer Botelho Sgadari Passeggi (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)
  • Maria do Socorro Maia Fernandes Barbosa (Universidade Estadual do Rio Grande do Norte)
  • Maria Leidiane Tavares Freitas (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Marieta Prata de Lima Dias (Universidade Federal de Mato Grosso)
  • Mariza Angélica Paiva Brito (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Meire Virginia Cabral Gondim (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Orlando Luiz de Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro (Universidade Federal do Ceará)
  • Renata Mascarenhas (Universidade Estadual do Ceará)
  • Rosalice Pinto (Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa)
  • Rosi Ana Grégis (Universidade Feevale)
  • Suelene Silva Oliveira Nascimento (Universidade Estadual do Ceará)
  • Thais Ludmila da Silva Ranieri (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
  • Tiago Martins da Cunha (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Valéria Severina Gomes (Universidade Federal Rural de Pernambuco)

2018

  • Adriane Teresinha Sartori (Universidade Federal de Minas Gerais)
  • Alena Ciullia (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • Aline Fabíola Freitas Mendes* (Prefeitura Municipal de Fortaleza)
  • Aline Rezende Alves (Instituto Federal de Goiás)
  • Ana Cristina Cunha da Silva (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Angélica Terezinha Carmo Rodrigues (Universidade Estadual de São Paulo)
  • Antonia Suele de Souza Alves (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Carlos Eduardo Ferreira da Cruz (Instituto Federal do Rio Grande do Norte)
  • Cícero Anastácio Araújo de Miranda (Universidade Federal do Ceará)
  • Cláudia Ramos Carioca (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Daniela Dias dos Anjos (Universidade São Francisco)
  • Daniele Blos Bolzan (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • Débora Liberato Arruda Hissa (Universidade Estadual do Ceará)
  • Dora Riestra (Universidad Nacional do Rio Negro)
  • Elisângela Nogueira Teixeira (Universidade Federal do Ceará)
  • Emanuela Monteiro Gondim (Universidade Federal do Ceará)
  • Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin (Universidade Federal do Ceará)
  • Fabrício Paiva Mota (Universidade Federal de Roraima)
  • Fernanda de Castro Modl (Universidade Estadual do Sudoste da Bahia)
  • Fernando Zolin Vesz (Universidade Federal de Mato Grosso)
  • Flávia Fazion (Universidade de São Paulo)
  • Francisca Tarciclê Pontes Rodrigues* (Instituto Federal do Ceará)
  • Francisco Alves Filho (Universidade Federal do Piauí)
  • Geralda de Oliveira Santos Lima (Universidade Federal de Sergipe)
  • Heloísa Pedroso de Moraes Feltes (Universidade de Caxias do Sul)
  • Isabella Lopes Pederneira (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
  • João Batista Costa Gonçalves (Universidade Estadual do Ceará)
  • José Josemir Domingos (Universidade Estadual de São Paulo)
  • José Leite de Oliveira Júnior (Universidade Federal do Ceará)
  • José Ricardo Carvalho da Silva (Universidade Federal de Sergipe)
  • José Roberto de Souza Brito (Instituto Federal do Ceará)
  • Juliana Geórgia Gonçalves de Araújo (Universidade Federal de São Carlos)
  • Júlio César Araújo (Universidade Federal do Ceará)
  • Júlio Neves Pereira (Universidade Federal da Bahia)
  • Keyla Maria Frota (Universidade Estadual do Rio Grande do Norte)
  • Lucineudo Irineu Machado (Universidade Estadual do Ceará)
  • Luzia Bueno (Universidade São Francisco)
  • Márcia Amador Máscia (Universidade São Francisco)
  • Maria Coeli Saraiva Rodrigues (Faculdade Integrada Grande Fortaleza)
  • Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira*(Universidade Federal de Goiás)
  • Maria Fabíola Vasconcelos Lopes (Universidade Federal do Ceará)
  • Maria Helenice Araújo Costa (Universidade Estadual do Ceará)
  • Maria Leidiane Tavares (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
  • Maria Maura da Conceição Cezario (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
  • Marieta Prata de Lima Dias (Universidade Federal do Mato Grosso)
  • Marize Matos Dall’Aglio-Hattnher (Universidade Estadual de São Paulo)
  • Markus Johannes Weininger (Universidade Federal de Santa Catarina)
  • Marli H. Pereira (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
  • Márluce Coan (Universidade Federal do Ceará)
  • Maurício Moreira Cardoso (Universidade Estadual do Ceará)
  • Milena Moreto (Universidade Federal de Sergipe)
  • Mônica de Souza Serafim (Universidade Federal do Ceará)
  • Nair Ferreira Gurgel do Amaral* (Universidade Federal de Rondônia)
  • Paloma Dias Silveira (Universidade Feevale)
  • Paula Francineti Ribeiro de Araújo (Instituto Federal do Maranhão)
  • Pollyanne Bicalho Ribeiro* (Universidade Federal do Ceará)
  • Renata Bernardo (Universidade São Francisco)
  • Rivaldo Capistrano de Souza Júnior (Universidade Federal do Espírito Santo)
  • Roberta Rocha Ribeiro (Universidade Federal de Goiás)
  • Rosalice Pinto (Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa)
  • Rosi Ana Grégis (Universidade Feevale)
  • Simone Maria Dantas-Longhi (Universidade Federal de Viçosa)
  • Solange Ugo Luques (Universidade de São Paulo)
  • Thais Ludmila da Silva Ranieri (Universidade Federal Rural de Pernambcuco)
  • Yuki Mukai* (Universidade de Brasília)