O processo de autonomização em aprendentes dos cursos de licenciatura em língua inglesa de modalidade intensiva

Breno de Campos BELÉM

Resumo


A autonomia é de primordial importância em contextos de ensino e aprendizagem de língua estrangeira. A incessante busca pela informação possibilita ao aprendente uma melhor competência nas habilidades linguageiras. Entretanto, diferentemente de contextos de aprendizagem de língua segunda, o aluno de uma língua estrangeira não tem contato constante com a língua falada quando está fora da sala de aula, a menos que busque meios para praticar o que aprendeu.  Nesse sentido, estudos sobre a autonomia (HOLEC, 1981; LITTLE, 1991; BENSON; VOLLER, 1997; BENSON, 2001; DICKINSON, 1987; MAGNO E SILVA, 2003) mostram que alunos cientes de que habilidades e competências podem ser desenvolvidas e treinadas, de acordo com suas vontades, ou com a interdependência de outro sujeito, tornam-se melhores aprendentes, e, por consequência, demonstram melhores habilidades no uso da língua. Deste modo, este trabalho tem como objetivo analisar narrativas de aprendizagem de alunos do curso de graduação intensiva em língua inglesa da UFPA, discutindo quais reflexões os alunos fazem em relação à aprendizagem autônoma ao longo da jornada como aprendentes. A pesquisa revela que a maioria dos alunos apresentaram comportamentos autônomos devido  à  busca de melhorias para ensinar inglês em escolas de ensino fundamental.

Palavras-chave


Autonomia; aprendente; língua estrangeira.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22168/2237-6321.2.2.1.123-134

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